segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Dia Internacional do Planeta Terra
O Dia da Terra, 22 de abril, é uma data festiva comemorada em muitos países do mundo. A data foi criada nos Estados Unidos por Gaylord Nelson, senador e ativista ambiental. Além de criar a data, o senador lutou pela divulgação e promoção dos objetivos desta data.
A data foi criada com o propósito de abrir discussões em todo mundo sobre a importância da preservação dos recursos naturais do planeta Terra. Além disso, tinha como objetivo criar uma consciência mundial sobre os problemas da contaminação, destruição da biodiversidade, uso não sustentável dos recursos naturais, desmatamentos e outros problemas que ameaçam a vida em nosso planeta.
A primeira manifestação aconteceu nos Estados Unidos em 22 de abril de 1970. Participaram milhares de pessoas, principalmente estudantes de universidades e escolas. A pressão sobre o governo norte-americano foi grande e este criou a Agência de Proteção Ambiental.
O Dia da Terra é uma data comemorativa que não é controlada ou organizada por uma entidade específica. Ela pertence a humanidade e, por isso, pode ser comemorada livremente no mundo todo, adequando-se a realidade de cada região.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
17 Idéias para você Salvar o Mundo
1. Informe-se:
Acompanhe as notícias sobre o meio ambiente, atualize-se, estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam
2. Aja localmente:
Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade. Participe mais de tudo e difunda suas idéias sobre um mundo melhor.
3. Pense localmente:
Estabeleça vínculo entre temas locais e globais. Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.
4. Some:
Antes de pensar em formar uma organização não-governamental, procure ema parecida na qual você possa se engajar.
5. Otimismo é fundamental:
Envolva-se de maneira criativa e divertida. Se quer atrair outras pessoas, pense em discursos e eventos positivos.
6. Seja efetivo:
Envolva-se, torne-se ativo, mas não duplique suas obrigações. Trabalhe para ampliar sua efetividade.
7. Crie notícia:
Identifique temas que possam interessar a muitas pessoas. Então, escreva para jornais, revistas, redes de rádio e TV.
8. Planeje sua família:
Se a população da Terra, em 2050, ficará em 7,9 ou 10,9 bilhões de pessoas, conforme projeta a ONU, a diferença será de um filho por casal.
9. Não polua:
Não jogue pilhas e baterias de celular no lixo comum. Mantenha bacias hidrográficas, rios, represas e lagoas livres de lixo ou qualquer tipo de resíduo. Lembre-se: o cano que sai da sua casa provavelmente deságua num rio, numa lagoa ou no mar.
10. Preserve a biodiversidade:
Espécies animais e vegetais merecem respeito. Plante árvores: elas produzem oxigênio e são abrigos para aves.
11. Seja coerente:
Economize energia, água, prefira equipamentos que não prejudiquem a camada de ozônio, reutilize materiais, recicle o lixo caseiro, use menos o carro, ande mais a pé, evite produtos de origem animal.
12. Passe a sua vida a limpo:
Reveja seu estilo de vida. Pense num padrão condizente com o mundo sustentável.
13. Boicote:
Engaje-se em movimentos de boicote a produtos que não respeitam o meio ambiente. Aliás, nem espere por movimentos: faça isso sempre que cair a ficha.
14. Eleja e cobre:
Fiscalize o trabalho e a postura dos deputados e senadores ligados à sua comunidade ou cidade. Escreva para eles fazendo sugestões ou cobranças.
15. Separe o joio:
Nunca na história tivemos acesso a tanta informação - e também a tantas opiniões diferentes. Faça a coisa certa.
16. Ensine as crianças:
Preparar as novas gerações à luz de princípios ecológicos é a garantia de um mundo mais redondo daqui para frente.
17. Acredite no futuro:
Estimule idéias inovadoras, invista em grupos não-governamentais, renove sua crença de que tudo vai dar certo. Quanto mais pessoas acreditarem na paz, mas ela será possível.
Fonte: Super Especial - Como Salvar a Terra
sábado, 14 de abril de 2012
Produtores ganham mais prazo para averbar reserva Legal
Numa edição extra do Diário Oficial da União desta quarta-feira,
dia 11, foi publicado o Decreto n° 7.719, com a prorrogação do prazo previsto
no Artigo 152 do Decreto 6.514 para averbação das Reservas Legais. A
prorrogação veio por decreto recomendado pela ministra do Meio Ambiente,
Izabella Teixeira, e referendado pela Presidente da República, Dilma
Rousseff. É a quinta vez que o prazo é prorrogado. Com isso, fica suspensa a
Lei de Crimes Ambientais e evita multas e outras sanções aos produtores rurais
até que o Código Florestal Brasileiro seja aprovado pela Câmara Federal e
sancionado pela presidente Dilma.
Segundo entendimento de alguns deputados da Frente Parlamentar da
Agropecuária (FPA), o prazo de 60 dias é uma garantia de que a reforma do
Código Florestal será concluída até o início de junho, inclusive com a sanção
da Presidente Dilma, antes da Rio+20. Se o texto não for sancionado antes do
novo prazo de 11 de junho, o governo terá que prorrogar o decreto pela sexta
vez. Para os parlamentares da FPA, é praticamente certa a aprovação do
relatório do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) até o dia 24 deste mês.
O principal ponto de discordância é o artigo 62, que trata da recomposição da
mata ciliar nas margens de rios.
Fonte: Jornal Nova Fronteira
Sema lança edital para seleção de projetos de educação ambiental
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) lança nesta sexta-feira (12),
edital no valor de R$660 mil para seleção de projetos de educação ambiental não
formal. A iniciativa do Fundo Estadual de Recursos para o Meio Ambiente
(Ferfa), vinculado à Secretaria, é inédita e destina-se a apoiar experiências
sociais voltadas à sustentabilidade. Poderão participar da seleção instituições
sem fins lucrativos.
Os
projetos a serem apoiados deverão abordar o enfrentamento de uma problemática
socioambiental ou a valorização de uma potencialidade existente no local onde
serão desenvolvidos. “Esta é uma iniciativa pioneira na Bahia, que visa
fortalecer a Política de Educação Ambiental do estado, com recorte para os
biomas, pois sabemos que existem problemas diferentes para cada um deles”,
explica o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler.
De acordo
com a coordenadora da Gestão dos Fundos (Cogef) da Sema, Tatiany Oliveira, o
edital visa apoiar experiências sustentáveis, registrando e divulgando
diversas ações para que elas sejam replicadas. “Queremos contribuir para a
melhoria da realidade socioambiental na Bahia, de forma democrática de acesso
aos recursos públicos e fortalecer as iniciativas desenvolvidas nos territórios
de identidade e biomas da Bahia”, destaca.
Os recursos para a celebração dos convênios
serão distribuídos entre cinco categorias voltados ao enfrentamento da
problemática em três biomas (Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica) e em dois
Territórios de Identidade (Região Metropolitana de Salvador e Chapada
Diamantina). “Serão selecionados, em cada categoria, projetos com valores
mínimos de R$33 mil e máximos de R$66 mil. As instituições poderão concorrer
com apenas um projeto em cada uma das categorias especificadas no Edital”,
ressalta Tatiany Oliveira.
Fundo
Estadual – O
Ferfa é vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e foi criado
pela Lei nº 10431/2006, cujo objetivo é oferecer suporte financeiro à Política
Estadual do Meio Ambiente. Administrado por um Conselho Deliberativo, o Fundo
conta com a seguinte composição: secretário estadual do Meio Ambiente;
representantes do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da
Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb); além de
um representante do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cepram).
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Presidente adverte que não mudará os planos de desenvolvimento para a Amazônia
A presidente Dilma Rousseff (PT) aproveitou uma reunião com os integrantes do Fórum do Clima, no Palácio do Planalto, para avisar de vez aos grupos ambientalistas que lutam contra a construção de usinas hidrelétricas na Amazônia que o governo não mudará seu projeto de aumento da oferta de energia e de desenvolvimento da região. Ela chegou a dizer que essas pessoas contrárias à construção das hidrelétricas vivem num estado de "fantasia".
Ao se referir à participação do Brasil na Rio+20, a conferência das Nações Unidas que será realizada em junho, na capital do Rio de Janeiro, a presidente lembrou aos que estavam na reunião que o mundo real não trata de tema "absurdamente etéreo ou fantasioso". "Ninguém numa conferência dessas também aceita, me desculpem, discutir a fantasia. Ela não tem espaço para a fantasia. Não estou falando da utopia, essa pode ter, estou falando da fantasia", afirmou Dilma.
Dilma disse que o Brasil vai trabalhar pelo desenvolvimento sustentável, para tirar as pessoas da pobreza e para encontrar formas de conciliar o progresso com o respeito ao meio ambiente.
Pouco antes, ao se pronunciar no Fórum do Clima, a representante das ONGs, Sílvia Alcântara, acusara o governo de promover um retrocesso na questão ambiental e de, com o pré-sal, levar o Brasil a ocupar o terceiro lugar entre os países que mais emitem gases de efeito estufa já em 2020. Num pequeno pedaço de papel, Dilma anotou tudo o que a ambientalista falou.
Sem se referir diretamente ao que Sílvia havia dito, Dilma defendeu a energia de fontes hidráulicas e desdenhou da energia eólica e solar, ambas defendidas pelos grupos mais radicais como alternativa às hidrelétricas. Disse que, como presidente, tem de explicar como as pessoas vão comer, ter acesso à água e energia. "Eu não posso falar: ‘Olha, é possível só com eólica iluminar o planeta.’ Não é. Só com solar? De maneira nenhuma."
A presidente disse que foi à Espanha, país citado sempre como referência no aproveitamento da energia eólica, e viu que há oito meses as pás de vento não funcionavam. "Não havia vento", afirmou. "Eu, quando comecei a mexer com esse negócio de energia, cheguei a contar vento. Isso foi no Rio Grande do Sul", disse a presidente.
Para Dilma, a energia eólica deve servir como uma espécie de reservatório alternativo para a energia de fonte hidráulica, quando houver escassez de chuvas. "Reservatório de água a gente faz. Mas não faz reservatório de vento", disse a presidente.
"Deus nos ouça que a eólica consiga ser reservatório de hidrelétrica no Brasil. Deus nos ouça. Vamos ter de suar a camiseta tecnicamente. Não é falta de vontade política, é tecnicamente."
Na Rio+20. A respeito da participação do Brasil na Rio+20, a presidente afirmou que o País pretende exercer um papel de líder na conferência.
"Encontrar um caminho comum é um processo difícil. Desta vez, eu acho que temos uma missão até mais difícil, que é propor um novo paradigma de crescimento", afirmou.
Para Dilma, na Rio+20 todos os temas vão se encontrar: "Mudança de clima, biodiversidade, redução da pobreza, direito a energia, melhores condições de vida. Enfim, como é o futuro do mundo, é isso que vamos discutir na Rio+20. É um ponto de partida, mais que ponto de chegada. Desta vez temos de mudar o patamar da discussão. Nós acumulamos muitas coisas, acumulamos em todas as conferências do clima, em todas as discussões sobre florestas, água. Agora vamos ter de discutir isso na ótica das populações, dos governos, das comunidades científicas, dos organismos da sociedade civil, organizados ou não."
Fonte: Estadão.com
sábado, 7 de abril de 2012
Estudo mostra efeitos da redução de gelo e neve em animais e plantas
Animais e plantas sofrem ameaças do derretimento da cobertura de gelo nos polos e da redução da quantidade de neve. Um novo estudo, publicado na edição de abril da revista científica “BioScience”, analisou pela primeira vez os impactos de longo prazo dessas mudanças nos organismos vivos.
A quantidade de micróbios que vivem abaixo da camada de gelo, por exemplo, diminui com o derretimento, segundo a pesquisa. Isto impacta toda a cadeia alimentar que se inicia no microorganismo.
Assim, o número de microalgas que se alimentam dos micróbios também cai, levando à redução dos crils. Eles, por sua vez, são fonte de alimento para pássaros e mamíferos marinhos.
Já a alteração na quantidade de neve pode impactar a disponibilidade de terra para determinadas espécies de plantas. Além disso, a camada de neve que cobre o solo pode funcionar como um isolante térmico, que preserva as raízes dos vegetais. Menos neve poderia levar a raízes mais sucetíveis a doenças.
Os cientistas que conduziram o estudo fazer parte de um grupo de pesquisa interdisciplinar chamado Rede de Pesquisa Ecológica de Longo Termo.
Fonte: Globo Natureza
A quantidade de micróbios que vivem abaixo da camada de gelo, por exemplo, diminui com o derretimento, segundo a pesquisa. Isto impacta toda a cadeia alimentar que se inicia no microorganismo.
Assim, o número de microalgas que se alimentam dos micróbios também cai, levando à redução dos crils. Eles, por sua vez, são fonte de alimento para pássaros e mamíferos marinhos.
Já a alteração na quantidade de neve pode impactar a disponibilidade de terra para determinadas espécies de plantas. Além disso, a camada de neve que cobre o solo pode funcionar como um isolante térmico, que preserva as raízes dos vegetais. Menos neve poderia levar a raízes mais sucetíveis a doenças.
Os cientistas que conduziram o estudo fazer parte de um grupo de pesquisa interdisciplinar chamado Rede de Pesquisa Ecológica de Longo Termo.
Fonte: Globo Natureza
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