História do Dia Mundial da Água
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.
Mas porque a ONU se preocupou com a água se sabemos que dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido? A razão é que pouca quantidade, cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável (própria para o consumo). E como sabemos, grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) esta sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Esta situação é preocupante, pois poderá faltar, num futuro próximo, água para o consumo de grande parte da população mundial. Pensando nisso, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo objetivo principal é criar um momento de reflexão, análise, conscientização e elaboração de medidas práticas para resolver tal problema.
No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água” (leia abaixo). Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.
Mas como devemos comemorar esta importante data? Não só neste dia, mas também nos outros 364 dias do ano, precisamos tomar atitudes em nosso dia-a-dia que colaborem para a preservação e economia deste bem natural. Sugestões não faltam: não jogar lixo nos rios e lagos; economizar água nas atividades cotidianas (banho, escovação de dentes, lavagem de louças etc); reutilizar a água em diversas situações; respeitar as regiões de mananciais e divulgar idéias ecológicas para amigos, parentes e outras pessoas.
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Fonte:Suapesquisa.com
quinta-feira, 22 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Comemoração ao Dia Mundial da Água em São Desidério-Ba
As comunidades do Julião,Sítio de Cima, Sítio do Rio Grande, Derocal, Penedo, Morrão e a Agência 10envolvimento convidam V. Sa. para para participar do Dia da Água a ser comemorado no dia 17 de março, a partir das 18 horas, na Comuinidade do Sitio do Rio Grande no Centro Comunitário, próximo a quadra de esportes.
Programação:
· 18 horas – troca de experiências entre as comunidades ribeirinhas dos Rios Grande e Corrente,
· 19 horas - Lançamento do filme documentário “Das Águas Gerais – Resistencia de um povo" do movimento dos Ameaçados e Atingidos de Barragens da Bacia Hidrográfica do Rio Corrente.
· 20 horas - Festa ribeirinha (sons, cantos e cantigas,chulas e modas de viola.
Fonte: Agência 10senvolvimento
Programação:
· 18 horas – troca de experiências entre as comunidades ribeirinhas dos Rios Grande e Corrente,
· 19 horas - Lançamento do filme documentário “Das Águas Gerais – Resistencia de um povo" do movimento dos Ameaçados e Atingidos de Barragens da Bacia Hidrográfica do Rio Corrente.
· 20 horas - Festa ribeirinha (sons, cantos e cantigas,chulas e modas de viola.
Fonte: Agência 10senvolvimento
segunda-feira, 12 de março de 2012
O que é a Rio+20?
Rio+20 é o nome da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2012. Deverão participar líderes dos 193 países que fazem parte da ONU.
Objetivo:
O principal objetivo da Rio+20 é renovar e reafirmar a participação dos líderes dos países com relação ao desenvolvimento sustentável no planeta Terra. É portanto uma segunda etapa da Cúpula da Terra (ECO-92) que ocorreu há 20 anos na cidade do Rio de Janeiro.
Principais temas que serão debatidos:
- Balanço do que foi feito nos últimos 20 anos em relação ao meio ambiente;
- Ações para garantir o desenvolvimento sustentável do planeta;
- Maneiras de eliminar a pobreza;
- A governança internacional no campo do desenvolvimento sustentável
Fonte: Suapesquisa.com
Objetivo:
O principal objetivo da Rio+20 é renovar e reafirmar a participação dos líderes dos países com relação ao desenvolvimento sustentável no planeta Terra. É portanto uma segunda etapa da Cúpula da Terra (ECO-92) que ocorreu há 20 anos na cidade do Rio de Janeiro.
Principais temas que serão debatidos:
- Balanço do que foi feito nos últimos 20 anos em relação ao meio ambiente;
- Ações para garantir o desenvolvimento sustentável do planeta;
- Maneiras de eliminar a pobreza;
- A governança internacional no campo do desenvolvimento sustentável
Fonte: Suapesquisa.com
sábado, 10 de março de 2012
Conferência Municipal de Meio Ambiente de Barreiras
A Conferência Municipal de Meio Ambiente (CMMA) – Barreiras/BA, convocada pelo Decreto 143, de 30 de janeiro de 2012, acontecerá nos dias 13 e 14 de março de 2012, e será realizada pela Prefeitura Municipal de Barreiras, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, com o apoio do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente.
Esta iniciativa temcomo objetivo debater com os diversos segmentos da sociedade, com vistas a elaborar propostas que intencionem o fortalecimento das políticas ambientais, a fim de contribuir para a consecução dos objetivos da III Conferência Estadual do Meio Ambiente da Bahia – III CEMA, a qual acontecerá em junho de 2012, em Salvador, sob coordenação da Secretaria Executiva dos Colegiados Ambientais – SECEX, vinculada à Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
A CMMA será realizada de maneira democrática, com a participação dos setores social, empresarial e público em um foro de debates sobre a temática ambiental, tendo como tema gerador:
“Integração das Políticas de Meio Ambiente e Recursos Hídricos”
Os temas que estarão em discussão foram escolhidos a partir do Plano Estadual de Meio Ambiente (Pema) e das discussões participativas realizadas pelo Governo nos últimos anos, quando foram colhidas as demandas da sociedade civil.
Os pontos foram condensados em nove eixos temáticos. São eles:
I. Preservação, conservação e uso dos recursos naturais;
II. Melhoria da gestão e do acesso aos recursos hídricos;
III. Ampliação da oferta dos serviços de saneamento básico;
IV. Prevenção e enfrentamento às causas e efeitos das mudanças do clima, desertificação, seca e riscos e desastres ambientais;
V. Fortalecimento da educação ambiental e do exercício da cidadania;
VI. Elevar a capacidade institucional e estabelecer sistemas interativos de gestão e controle;
VII. Incentivo a estudos e pesquisas voltadas às práticas de uso sustentável dos recursos naturais;
VIII. Discussões e perspectivas da Conferência Rio+20;
IX. Controle e sustentabilidade ambiental rural.
Serão disponibilizadas 140 vagas para credenciados, com direito a voz e voto, e 60 para observadores, com direito a voz, mas sem direito a voto.
Os credenciados serão os representantes das Intuições dos três setores: Social, Público e Empresarial, os quais terão a seguinte composição:
1) Social:
a) Movimentos sociais da cidade, do campo e da floresta;
b) Trabalhadores formais e informais: associações, sindicatos, federações e confederações de trabalhadores, centrais sindicais;
c) Entidades Profissionais, acadêmicas, pesquisa e organizações não governamentais.
2) Público – Federal, Estadual e Municipal.
3 Empresarial – sindicatos patronais, federações, associações e cooperativas de empresários.
As Instituições que se interessarem em participar da Conferência poderão requerer a ficha de inscrição através do e-mail: semma.cmma@live.com, a qual deverá ser devidamente preenchida e apresentada com os seguintes documentos:
•Oficio do segmento devidamente assinado e carimbado pelo representante de maior nível hierárquico;
•Cópia do estatuto da entidade devidamente registrado; e
•Cópia do cartão de CNPJ.
Já as Instituições do setor público deverão somente apresentar ofício em papel timbrado, anexado à ficha de inscrição, indicando dois representantes: um titular e um suplente.
As inscrições já estão abertas e poderão ser efetuadas em horário comercial na sede da Secretaria de Meio Ambiente de Barreiras, na Rua das Turbinas, Parque de Exposições Eng.º Geraldo Rocha, s/n, até o dia 09 de março de 2012 e serão gratuitas.
Confira a PROGRAMAÇÃO:
Dia 13/03/2012
08h - 09h – Credenciamento dos representantes e observadores
08h30 - Lanche
09h - Abertura solene
10h - Leitura da Proposta de Regimento Interno e Aprovação
12h - Almoço
13h30 - Palestra I
15h - Palestra II
16h30 - Palestra III
18h - Definição da composição dos grupos de trabalho
18h - Lanche
18h30 - Encerramento
Dia 14/03/2012
08h - Grupos de trabalho
08h - Lanche nas salas que ocorrerão as reuniões dos grupos de trabalho
12h - Almoço
13h30 - Plenária Final
16h30 - Eleição dos delegados que representarão o município na instância Territorial
17h - Encerramento e confraternização
17h30 - Entrega de Certificado
17h30 –Lanche
Fonte: Janaína de Oliveira - Assessora Técnica do COMDEMA
quinta-feira, 8 de março de 2012
Estudo mostra que mulher tem hábitos mais sustentáveis
Seja enquanto escovam os dentes ou quando estão dando destino ao lixo, pessoas na terceira idade têm mais hábitos considerados sustentáveis, mas as mulheres ganham dos homens. É o que garante pesquisa realizada pela Fecomércio em parceria com o Ipsos, que entre 2007 e 2011 entrevistou mil pessoas de 70 cidades brasileiras, incluindo capitais como Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
De acordo com a pesquisa, os jovens têm o hábito de deixar a torneira aberta enquanto escovam os dentes, coisa que pessoas mais idosas fazem menos. Segundo números levantados pela pesquisa, 91% dos entrevistados de terceira idade fecham a torneira, enquanto entre os mais jovens o índice é de 81%.
Ao dar destino ao lixo, 54% dos mais idosos se preocupam em separar o que pode ser reciclado, enquanto entre os mais jovens o índice ficou em 37%. Dos entrevistados, 41% dos que estão na terceira idade se preocupam em cultivar plantas, enquanto entre os jovens, 31%.
Quando comparados por sexo, a pesquisa identificou que 90% das mulheres se lembram de apagar as luzes ao deixar um ambiente, valor que ficou em 84% entre os homens. Em relação a fechar a torneira enquanto escovam os dentes, 88% das mulheres responderam ter esse hábito enquanto entre os homens o número foi 84%.
No ano passado, um estudo realizado na Suécia havia apontado que homens têm hábitos com maior impacto ambiental. Homens passam mais horas dirigindo e, por isso, despejam mais gás carbônico no meio ambiente. Segundo eles, quando solteiros, homens gastam mais energia do que as mulheres, segundo a pesquisa, por se manterem mais tempo em jogos, que consomem mais eletricidade.
Fonte:Por Gilberto Junior in Greenstyle
De acordo com a pesquisa, os jovens têm o hábito de deixar a torneira aberta enquanto escovam os dentes, coisa que pessoas mais idosas fazem menos. Segundo números levantados pela pesquisa, 91% dos entrevistados de terceira idade fecham a torneira, enquanto entre os mais jovens o índice é de 81%.
Ao dar destino ao lixo, 54% dos mais idosos se preocupam em separar o que pode ser reciclado, enquanto entre os mais jovens o índice ficou em 37%. Dos entrevistados, 41% dos que estão na terceira idade se preocupam em cultivar plantas, enquanto entre os jovens, 31%.
Quando comparados por sexo, a pesquisa identificou que 90% das mulheres se lembram de apagar as luzes ao deixar um ambiente, valor que ficou em 84% entre os homens. Em relação a fechar a torneira enquanto escovam os dentes, 88% das mulheres responderam ter esse hábito enquanto entre os homens o número foi 84%.
No ano passado, um estudo realizado na Suécia havia apontado que homens têm hábitos com maior impacto ambiental. Homens passam mais horas dirigindo e, por isso, despejam mais gás carbônico no meio ambiente. Segundo eles, quando solteiros, homens gastam mais energia do que as mulheres, segundo a pesquisa, por se manterem mais tempo em jogos, que consomem mais eletricidade.
Fonte:Por Gilberto Junior in Greenstyle
quarta-feira, 7 de março de 2012
VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental
O Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é o mais importante evento da Educação Ambiental no país e a sua sétima edição acontecerá em Salvador, Bahia, entre os dias 28 e 31 de março de 2012 com a temática estratégica “Educação Ambiental: Rumo à Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis”.
O VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental traz visibilidade para a trajetória de conhecimentos, experiências e práticas de educação ambiental do Brasil. O evento abarca múltiplas vivências e oportunidades de diálogos na diversidade de todos os participantes. Nele pretende-se viabilizar a construção de uma sólida agenda de proposições da sociedade civil para a Rio +20.
Um dos avanços previstos para o VII Fórum é associar e integrar pesquisas, metodologias, aplicação, processos e resultados de Educação Ambiental com o Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global* e demais documentos referenciais de educação ambiental. Para os educadores brasileiros, será uma ótima oportunidade de se reconhecerem e validarem suas práticas como integrantes da rede planetária pelas sociedades sustentáveis.
Assim, o público do VII Fórum envolve educadores, professores, universitários, rede de ensino, empresas, pesquisadores, ambientalistas, povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, ONGs, associações comunitárias, empreendedores familiares, sindicatos, instituições públicas e privadas, formadores de opinião e interessados na área socioambiental, que estarão presentes nesse evento referência na Educação Ambiental.
O Tratado é o documento de princípios da REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental e inspira a ação dos educadores ambientais articulados em rede. Entre os objetivos do VII Fórum está o de contextualizar sua efetividade e contribuir para avaliação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental.
A ampla programação construída nas dimensões “ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo”, como formato de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, minicursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais, vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e com a produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.
O Fórum é uma realização da Rede Brasileira de Educação (REBEA) e Rede Baiana de Educação Ambiental (REABA) tendo o Instituto Röerich da Paz e Cultura do Brasil como secretaria executiva.
Conheça detalhes da programação, inscrição dos trabalhos e orientações sobre os critérios de seleção e participação no site www.viiforumeducacaoambiental.org.br.
Contatos com a organização do evento: secretaria_VIIforumea@taticcaeventos.com
O VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental traz visibilidade para a trajetória de conhecimentos, experiências e práticas de educação ambiental do Brasil. O evento abarca múltiplas vivências e oportunidades de diálogos na diversidade de todos os participantes. Nele pretende-se viabilizar a construção de uma sólida agenda de proposições da sociedade civil para a Rio +20.
Um dos avanços previstos para o VII Fórum é associar e integrar pesquisas, metodologias, aplicação, processos e resultados de Educação Ambiental com o Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global* e demais documentos referenciais de educação ambiental. Para os educadores brasileiros, será uma ótima oportunidade de se reconhecerem e validarem suas práticas como integrantes da rede planetária pelas sociedades sustentáveis.
Assim, o público do VII Fórum envolve educadores, professores, universitários, rede de ensino, empresas, pesquisadores, ambientalistas, povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, ONGs, associações comunitárias, empreendedores familiares, sindicatos, instituições públicas e privadas, formadores de opinião e interessados na área socioambiental, que estarão presentes nesse evento referência na Educação Ambiental.
O Tratado é o documento de princípios da REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental e inspira a ação dos educadores ambientais articulados em rede. Entre os objetivos do VII Fórum está o de contextualizar sua efetividade e contribuir para avaliação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental.
A ampla programação construída nas dimensões “ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo”, como formato de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, minicursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais, vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e com a produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.
O Fórum é uma realização da Rede Brasileira de Educação (REBEA) e Rede Baiana de Educação Ambiental (REABA) tendo o Instituto Röerich da Paz e Cultura do Brasil como secretaria executiva.
Conheça detalhes da programação, inscrição dos trabalhos e orientações sobre os critérios de seleção e participação no site www.viiforumeducacaoambiental.org.br.
Contatos com a organização do evento: secretaria_VIIforumea@taticcaeventos.com
A origem da poluição hídrica
Quanto maior o volume de matéria orgânica – esgotos – for lançado em um corpo d’água, maior será o consumo (demanda) de oxigênio usado na respiração dos seres aquáticos (em especial, das bactérias decompositoras).
O processo de poluição dos rios deve-se à quantidade de “alimentos” lançados nas águas. Os esgotos domésticos, muitos tipos de resíduos industriais, os dejetos agrícolas e especialmente os pecuários, são constituídos preponderantemente de matéria orgânica, elemento que serve de alimento aos seres aquáticos, sejam peixes, sejam bentos, plâncton, bactérias, etc.
O meio aquático precisa de alimento, porém o excesso gera poluição. O mesmo alimento que vai fazer proliferar todos os segmentos da vida aquática, resultará em uma enorme taxa de consumo de oxigênio. O consumo de oxigênio no ambiente será maior que seu fornecimento, que nas águas vêm através da superfície (ventos e principalmente chuvas), e pela produção fotossintética das plantas aquáticas. Muitas vezes a quantidade de matéria orgânica lançada turva a água a ponto de impedir, pelo sombreamento, a atividade fotossintética. Quando a taxa de oxigênio do meio, chega a níveis mínimos, a vida que dele depende, desaparece.
Assim, quanto maior o volume de matéria orgânica – esgotos – for lançado em um corpo d’água, maior será o consumo (demanda) de oxigênio usado na respiração dos seres aquáticos (em especial, das bactérias decompositoras). Como esta demanda (consumo) é resultado de uma atividade biológica ou bioquímica, diz-se que houve uma Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO, cujo valor é medido a partir do volume ou concentração assimilável da matéria orgânica, pelas bactérias aeróbicas, ou seja, das que necessitam do oxigênio em seu metabolismo.
A ação destas bactérias na degradação da matéria orgânica produz gás carbônico resultante da oxidação (perda de elétrons) e água, resultante da redução do oxigênio (ganho de elétrons).
Quando todo o oxigênio se extingue, as bactérias e outros seres que dependem do oxigênio para a respiração também são extintos e em seu lugar surgem outros seres microscópicos capazes de se alimentar e “respirar” na ausência do oxigênio. Estas bactérias são chamadas anaeróbicas.
No processo anaeróbico, os subprodutos dependem do tipo do composto orgânico e da bactéria que está atuando. Quando são bactérias sulfatorredutoras – em ambientes ricos em sulfatos – ocorre o cheiro desagradável de ovos podres, típico de ambientes sépticos. Ao processo com mau odor chama-se também de putrefação.
Mas a decomposição anaeróbica também ocorre sem odores, por exemplo, com a produção de metano (gás dos pântanos), os álcoois, como os da decomposição por fungos da cevada, cana-de-açúcar e uva, produzindo a cerveja, a cachaça e o vinho. A estes processos chama-se fermentação.
Tanto a atividade aeróbica quanto a anaeróbica é chamada de decomposição. São realizadas por microorganismos em seus processos naturais de nutrição e respiração, usando a matéria orgânica como fonte de energia e matéria prima para formação de suas células.
Para que ocorra a decomposição duas condições são essenciais:
a) que ocorram condições favoráveis à vida dos microrganismos, já que sua presença é indispensável;
b) que a matéria a ser decomposta seja assimilável.
Assim, para evitar que um produto entre em decomposição, cria-se condições desfavoráveis à proliferação dos microrganismos decompositores. Os meios para isto são conhecidos: aquecimento, resfriamento, dessecamento e uso de substâncias tóxicas. Há ambientes na Terra desfavoráveis à atividade bacteriana: nas zonas glaciares animais pré-históricos congelados se mantém inteiros; nas regiões extremamente áridas, os animais mortos desidratam sem apodrecer.
Fonte: MULLER. A. C., Introdução à Ciência Ambiental; Curitiba – PUC-PR; uso didático. Págs. 67 a 73.
O processo de poluição dos rios deve-se à quantidade de “alimentos” lançados nas águas. Os esgotos domésticos, muitos tipos de resíduos industriais, os dejetos agrícolas e especialmente os pecuários, são constituídos preponderantemente de matéria orgânica, elemento que serve de alimento aos seres aquáticos, sejam peixes, sejam bentos, plâncton, bactérias, etc.
O meio aquático precisa de alimento, porém o excesso gera poluição. O mesmo alimento que vai fazer proliferar todos os segmentos da vida aquática, resultará em uma enorme taxa de consumo de oxigênio. O consumo de oxigênio no ambiente será maior que seu fornecimento, que nas águas vêm através da superfície (ventos e principalmente chuvas), e pela produção fotossintética das plantas aquáticas. Muitas vezes a quantidade de matéria orgânica lançada turva a água a ponto de impedir, pelo sombreamento, a atividade fotossintética. Quando a taxa de oxigênio do meio, chega a níveis mínimos, a vida que dele depende, desaparece.
Assim, quanto maior o volume de matéria orgânica – esgotos – for lançado em um corpo d’água, maior será o consumo (demanda) de oxigênio usado na respiração dos seres aquáticos (em especial, das bactérias decompositoras). Como esta demanda (consumo) é resultado de uma atividade biológica ou bioquímica, diz-se que houve uma Demanda Bioquímica de Oxigênio – DBO, cujo valor é medido a partir do volume ou concentração assimilável da matéria orgânica, pelas bactérias aeróbicas, ou seja, das que necessitam do oxigênio em seu metabolismo.
A ação destas bactérias na degradação da matéria orgânica produz gás carbônico resultante da oxidação (perda de elétrons) e água, resultante da redução do oxigênio (ganho de elétrons).
Quando todo o oxigênio se extingue, as bactérias e outros seres que dependem do oxigênio para a respiração também são extintos e em seu lugar surgem outros seres microscópicos capazes de se alimentar e “respirar” na ausência do oxigênio. Estas bactérias são chamadas anaeróbicas.
No processo anaeróbico, os subprodutos dependem do tipo do composto orgânico e da bactéria que está atuando. Quando são bactérias sulfatorredutoras – em ambientes ricos em sulfatos – ocorre o cheiro desagradável de ovos podres, típico de ambientes sépticos. Ao processo com mau odor chama-se também de putrefação.
Mas a decomposição anaeróbica também ocorre sem odores, por exemplo, com a produção de metano (gás dos pântanos), os álcoois, como os da decomposição por fungos da cevada, cana-de-açúcar e uva, produzindo a cerveja, a cachaça e o vinho. A estes processos chama-se fermentação.
Tanto a atividade aeróbica quanto a anaeróbica é chamada de decomposição. São realizadas por microorganismos em seus processos naturais de nutrição e respiração, usando a matéria orgânica como fonte de energia e matéria prima para formação de suas células.
Para que ocorra a decomposição duas condições são essenciais:
a) que ocorram condições favoráveis à vida dos microrganismos, já que sua presença é indispensável;
b) que a matéria a ser decomposta seja assimilável.
Assim, para evitar que um produto entre em decomposição, cria-se condições desfavoráveis à proliferação dos microrganismos decompositores. Os meios para isto são conhecidos: aquecimento, resfriamento, dessecamento e uso de substâncias tóxicas. Há ambientes na Terra desfavoráveis à atividade bacteriana: nas zonas glaciares animais pré-históricos congelados se mantém inteiros; nas regiões extremamente áridas, os animais mortos desidratam sem apodrecer.
Fonte: MULLER. A. C., Introdução à Ciência Ambiental; Curitiba – PUC-PR; uso didático. Págs. 67 a 73.
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